A gota d’água.
Com a partida da chuva veio o silêncio que era morto vez pôr outra pôr uma gotícula que caía.
O sol, recém vivido, coloria o ar e as folhas molhadas, cintilava.
E, ritmicamente, uma ou outra gotícula caia. Caia soletrando as notas de uma música. Caia do telhado, caia devagar, e, entre um ritmo e outro, a saudade despontava.
Saudades da chuva que passou, saudades da chuva de verão, inesperada mas bela, agradecida. Saudade da chuva de cinco minutos.
E uma gota ou outra cintilava com o sol, cintilava, cintilava refletindo o clarão do sol.
Refletindo e marcando compasso, compassando, eletrizando, dó, ré, mi, fá, sol. E o sol lá em cima não caia, a gota o respeitava, caia pôr ele.
Passava-se o tempo, diminuía-se o compasso. Devagar a gota entoava, dó, ré, mi, fá.
Com o sol cintilava, com a vida musicava. E o tempo passava, passava devagar.
A gota caía devagar.
Devagar a vida passava.
Devagar o sol esquentava.
Devagar o solo secava.
E a gota caía, caia a cada minuto, minuto sem segundo, segundos que nunca perfaziam um minuto.
E o sol esquentava.
A vida passava.
A gotícula secava,
secava,
psiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Um dos comentários que recebi a respeito do texto “

Viajamos na quinta-feira, 13 de maio. A bicicleta, juntamente com os acessórios, foi acondicionada em uma mala-bike e despachada com as demais bagagens. A mala-bike teve tratamento diferenciado pelos funcionários da Gol. Não passou pelas esteiras. Foi carregada diretamente para a área de bagagens e, no destino, foi entregue em mãos por outro funcionário.
Às vezes me vanglorio de não ter passado por muitos trotes no Banco. Não jurei sobre a CIC Funci, não fiz assinatura do BIP e muito menos coloquei oitavado em ordem alfabética ou lavei fita de máquina de fazer cheques.
Atualmente a venda de aparelhos celulares ocorre em qualquer lugar. De quiosques em shopping até barracas em feira.